Serviço de informação multidisciplinar criado por cidadãos para divulgar as diversas escolhas e caminhos alternativos à eutanásia e ao chamado “suicídio assistido”. Promovendo a cultura do respeito pelos mais vulneráveis.
segunda-feira, 29 de março de 2021
Qual o sentido do Acórdão do Tribunal Constitucional, acerca da constitucionalidade da lei da eutanásia e do suicídio assistido? Uma contribuição para o esclarecimento da opinião pública, por Paulo Adragão, Professor de Direitos Fundamentais
quinta-feira, 18 de março de 2021
Lei da eutanásia considerada inconstitucional em Portugal, por Alliance Vita
terça-feira, 16 de março de 2021
O Stop Eutanásia congratula-se em nome do povo português com o chumbo da lei da eutanásia
terça-feira, 16 de fevereiro de 2021
Catedráticos e Professores de Direito aderem a Campanha " Eutanásia? A vida humana é inviolável. Artigo 24, nº1 da Constituição da Republica Portuguesa.
A vida humana é inviolável e o artigo da Constituição que o afirma é peremptório, sem excepções”, justifica o constituinte e constitucionalista Jorge Miranda, um dos professores de Direito que aderiram à campanha “Humanizar Portugal”.
A campanha tem o título «Eutanásia? “a vida humana é inviolável”» remete para o artigo 24.º, n.º1 da Constituição cujo texto é citado. É mais um apelo a Marcelo Rebelo de Sousa para enviar a lei para avaliação dos juízes do Tribunal Constitucional. São já 31 os professores catedráticos e de Direito que se juntaram numa campanha do movimento Stop Eutanásia defendendo que ela viola a Constituição da República Portuguesa. Jorge Miranda, Jorge Bacelar Gouveia, Paulo Otero, Carlos Blanco de Morais, José Casalta Nabais, Fernando Alves Correia, António Cândido de Oliveira, Jónatas Machado, Fausto de Quadros e Maria da glória Dias Garcia foram os primeiros a dar a cara, mas entretanto já se foram juntando mais. Saiba quais, clicanco aqui.
A campanha está a decorrer nas redes sociais Facebook e Instagram até ao momento da decisão do Presidente da Republica em enviar o texto final da lei da eutanásia para o Tribunal Constitucional.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021
Dia Mundial do Doente, por Sofia Guedes
Dia mundial do doente! Nada mais apropriado para nos concentrar nesta realidade tão dura que estamos a viver. Tantos doentes, tantos medos, tanto sofrimento, tanta dor, tanta impotência. Mas, também estamos em tempo de, depois do diagnóstico actualizado em cada dia, olhar o lado positivo de todo este sofrimento. Para cada doente, existe alguém que desesperadamente o procura salvar, cuidar, aliviar e mesmo através de mascaras e óculos, ver e dizer com esse olhar: “estou aqui para si!” Alguém que sofre com quem sofre, que dará tudo o que puder para o salvar. Muitas vezes são lágrimas de solidariedade, num sorriso de compaixão, mesmo que escondido.
Com as suas mãos vestidas de luvas que chegam a queimá-las ao fim de tantas horas de trabalho, mas que desejam tocar e chegar a confortar esse que sofre. Corpos que não descansam, não comem, não bebem, para não perder tempo com idas à casa de banho, com aquelas roupas como de astronautas, que raramente se sentam e que apesar disso, tem de ser os valentes. Aqueles em que confiamos a vida. Almas que também sentem a falta dos seus mais queridos, que estão longe de casa e daqueles por quem tudo fizeram apesar de não terem consigo salvar. Cada morte, fica-lhes guardada no coração, mas ali estão, insubstituíveis. Este dia serve ainda para pensar na Humanidade.
No Bem comum, e que está em aliviar, amar se possível salvar. Nesta relação entre almas que se tornam tão reais e visíveis. Reconhecer a nossa dependência uns dos outros, que a nossa autonomia é tão relativa. Este dia serve para condenar tudo o que é contra a humanidade e por isso temos procurar acabar, curar, e vencer a maldade escondida em homens e mulheres como a maioria dos deputados do nosso Parlamento, que parecem viver num planeta fora da terra, onde a sensibilidade foi apagada e substituída por uma total indiferença ao sofrimento e ao grito de compaixão. Mas sobretudo a indiferença a tantos gestos de amor, que encontramos nos nossos. Dia em que devemos pensar na Vida e na Morte, na Alegria e na Tristeza, na Bondade e na Maldade, na Diferença e na Indiferença. Enfim, dia para pensarmos quem somos? E para onde queremos ir.
Sofia Guedes, fundadora do Stop eutanásia
domingo, 7 de fevereiro de 2021
Eutanásia? "A vida humana é inviolável" - campanha com Professores de Direito
O Movimento cívico "Stop Eutanásia" lançou esta semana uma campanha de comunicação com a participação de 13 Professores Catedráticos de direito, na qual alertam para a inconstitucionalidade da despenalização da morte medicamente assistida, que consideram violar o direito à vida.
“Eutanásia? “A vida humana é inviolável”, a campanha conta, para já, com a participação de Jorge Miranda, Jorge Bacelar Gouveia, Paulo Otero, Carlos Blanco de Morais, José Casalta Nabais, Fernando Alves Correia, António Cândido de Oliveira, Jónatas Machado, Fausto de Quadros, Maria da Glória Dias Garcia, Rita Lobo Xavier, Mauel Frada, Pedro Romano Martinez e com Professores de Direito de várias Universidades do Pais.
A campanha assenta num conjunto de cartazes, cada um ostentando o rosto de um dos professores de direito e a transcrição do artigo 24.º, n.º 1, da Constituição Portuguesa “A vida humana é inviolável”, está a ser divulgada nas redes sociais das paginas do Stop eutanásia no Facebook e Instagram.
A iniciativa é aberta a outros professores de direito que se queiram juntar à campanha estimando que “a estes nomes se venham a juntar muito outros”.
O movimento tinha lançado, em janeiro, o filme ‘O Sentido da Vida’, numa ação de “sensibilização e promoção de uma cultura do cuidado em contraponto com uma lei de eutanásia”. Mais recentemente lançou a campanha “Eutanásia? Não contem comigo”, assente nos rostos de profissionais de saúde que discordam com a despenalização, que já conta com 100 apoiantes.
terça-feira, 26 de janeiro de 2021
Campanha de comunicação Eutanásia? Não contem comigo
domingo, 24 de janeiro de 2021
AJUDEM-ME! - por Sofia Guedes
Possibilidade 2- NÓS AJUDAMOS E OFERECEMOS A MORTE SEM DOR
Temos a solução: a eutanásia, uma forma de morrer sem dor. Está sozinho, é sozinho? Nós ajudamos a morrer, e assim acaba essa dor de solidão. Provavelmente tem família, mas onde está ela? A sua vida não tem sentido! Já não vai ter hipóteses de fazer grandes ou poucas coisas. Afinal que sentido, tem uma vida assim? Doente terminal, idoso, dependente. Não! De facto, viver assim, sem dignidade, não é viver. Nós podemos matá-lo e assim encontramos a solução. E não vai ter dor, isso lhe garantimos apenas acabamos com isso porque acabamos consigo.
SEJAMOS SÉRIOS E PENSEMOS: Será que já paramos para pensar seriamente no alcance duma lei como a eutanásia vai ter numa sociedade como a nossa? Com tantos idosos, pessoas que neste momento da pandemia, tiveram que suspender tratamentos fundamentais; com tantos problemas económicos, com tantas depressões, aquelas que sabemos tantas vezes levam ao suicídio; quantas pessoas não podem vir a autorizar que as matem, porque é gratuito, higiénico e mais simples? Uma morte tem um preço, o preço da vida. Cada médico que matar irá receber dinheiro, dinheiro dos nossos impostos, do nosso trabalho. E dar a morte será considerado um ato médico. Já realizámos bem a quantidade de mortes que sabemos existir todos os dias vítimas de Covid19, para não falar de tantas outras? E EU? Eu sinto uma dor de alma, por ver o meu país a querer cometer crimes sobre crimes e querer despenalizá-los, que é o mesmo que legalizá-los. Todos sabemos muito bem que toda a despenalização é tornar legal uma prática, transformando-a num novo direito. Sinto uma dor tão insuportável como se tivesse uma doença física grave. Só que essa dor não me serve para pedir a morte, mas para lutar, até ao limite das minhas forças, a defender a vida! A vida dos mais frágeis e inocentes, daqueles por quem sou responsável de cuidar e acolher. Tenho fé! Sim, tenho fé e nela encontro a esperança e a confiança que todas estas leis iníquas venham um dia a ser consideradas crime, como já assistimos a outras que existiram em regimes totalitários como na Alemanha Nazi, ou na Russa Estalinista. E que um dia todos sejamos julgados pelo bem que fizemos, e que o mal apenas sirva de exemplo para não se voltar a repetir.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2021
Stop eutanásia reconhece com agrado a responsabilidade dos deputados ao adiar a votação da eutanásia na especialidade
Perante a crise sanitária que o país atravessa, não se compreende a urgência parlamentar em legislar a eutanásia. O movimento cívico Stop eutanásia reconhece com agrado a responsabilidade dos deputados ao adiar a votação da eutanásia na especialidade. No momento de novo confinamento, de acentuação da pandemia a sobrecarregar o SNS, e a braços com uma crise económica que vai afetar grande parte da população, é preciso repensar o porquê da urgência da lei da eutanásia. Os portugueses não entendem esta imposição por parte dos deputados da Assembleia da República. Foi neste contexto pandémico, com uma expectável lei da eutanásia à porta, que o Stop eutanásia lançou esta semana o vídeo "O Sentido da Vida" no âmbito da campanha Humanizar Portugal. Pretende-se sensibilizar os deputados e a opinião pública para importância da defesa da vida e dos cuidados paliativos e continuados, como alternativa à legalização da eutanásia. O vídeo foi lançado nas redes sociais Facebook, YouTube e Instagram do Stop eutanásia. A campanha de comunicação Humanizar Portugal vai continuar com o objetivo de esclarecer a sociedade civil, sobre os impactos da futura legalização da eutanásia na saúde e na vida dos portugueses.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2021
Stop eutanásia lança filme "O Sentido da Vida" | Campanha de comunicação Humanizar Portugal
"A fragilidade não é o fim. Quem ama espera, confia e daria tudo por mais tempo. Onde há sofrimento há força. É aí que nos superamos. Juntos! Diga sim à Vida!"
O Stop eutanásia vai continuar a defender a vida dos mais frágeis e a promoção da cultura e respeito pelos mais vulneráveis.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2020
Uma morte digna sem injeção letal, por Ignácio Arechaga
A dor por aqueles que morreram de Covid sozinhas numa Unidade de Cuidados Intensivos lembrou-nos como é importante estarmos acompanhados na fase final da vida. Precisamos dessa proximidade de família e amigos na última fase da existência, para vivê-la com a maior serenidade possível. A vulnerabilidade dos pacientes a um possível fim trágico mostra em que medida é teórica a suposta autonomia do paciente terminal, com a qual eles agora querem vender esse novo “direito” à eutanásia.
terça-feira, 15 de dezembro de 2020
POLÍTICA E LEI DE CUIDADOS DE SAÚDE - O tratamento de doentes com sofrimento insuportável - A rampa deslizante é real
Diane E. Meier, MD - geriatra americana e especialista em cuidados paliativos, é diretora do Center to Advance Palliative Care - uma organização nacional dedicada a aumentar o número e a qualidade dos programas de cuidados paliativos nos Estados Unidos.
Ler o artigo aqui
(continua)
quarta-feira, 2 de dezembro de 2020
Neste Natal Portugal Oferece de Presente a "Morte", por Sofia Guedes
Sofia Guedes, fundadora do Movimento Cívico Stop Eutanásia












