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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Acerca da Eutanásia e a Dignidade Humana, por Michel Renaud*, parte III

Não será bastante incoerente a posição que – no primeiro dos doze colóquios programados sobre a eutanásia – foi expressa por um dos oradores, quando afirmou que, embora tendo assinado o documento a favor da eutanásia, ele próprio faria sempre objecção de consciência e nunca a praticaria? Quando se recusa praticar um acto médico em virtude de uma objecção de consciência, qual será o sentido de considerar o mesmo acto como moralmente bom para outros? Será a objecção de consciência em geral apenas uma iniciativa de conveniência pessoal ou uma tomada de posição sobre a dimensão ética do acto? Neste último caso e fora da situação de conveniência pessoal, se alguém se recusa a praticar um acto que julga moralmente repreensível, mas considera que outros o podem fazer, qual será o sentido desta posição? Será que este mal é avaliado como não constituindo para a sociedade um mal tão grave que justifique uma proibição política? Contudo, no caso da eutanásia, é difícil, para quem toma a iniciativa de dar a morte, considerar que se trata de um acto finalmente inócuo ou sem graves consequências! Também a esse respeito as opiniões divergem, embora se possa afirmar que, de todo o modo, está errado colocar a prática da eutanásia na categoria de prestação de cuidado. 
Abordemos brevemente a eutanásia administrada por compaixão, a título de ajuda ao doente terminal. A questão central a esse respeito constitui o pomo da discórdia entre adversários e partidários da eutanásia. Tudo acaba por repousar numa determinada compreensão da dignidade humana. Para os primeiros, os adversários, a dignidade humana é ontológica, isto é, nunca um ser humano pode perder a sua dignidade, porque esta lhe é intrínseca, qualquer que seja a situação concreta de diminuição física ou mental na qual se encontra. O ser humano nunca perde a sua dignidade enquanto membro da espécie humana. Esta tese está na base da toda a civilização na qual vivemos. Para os segundos, os proponentes, a dignidade humana é um dado que se pode chamar fenomenológico, isto é, que depende também fortemente das situações concretas nas quais alguém se encontra e que se avaliam pelo critério de sofrimento físico ou psicológico, assim como pelo grau de dependência física, mental, etc. Segue-se que, para esta corrente, é legítimo afirmar que, no fim da sua vida ou mesmo no decurso dela, uma pessoa pode ficar com uma vida sem nenhuma dignidade. Deste modo, a grande questão do debate sobre a eutanásia reside na oposição entre duas maneiras de entender a dignidade humana, aparentemente incompatíveis. É possível, assim, que o diálogo entre as duas posições se transforme num diálogo de surdos. 
Contudo, a questão subjacente não pode ser escondida: a partir do momento uma situação existencial ou um determinado comportamento deve ser considerado como acarretando uma perda de dignidade justificando a prática de eutanásia? Tal como já foi referido acima nas questões prévias, o deslize não é irreal, no sentido em que, ao ser aceite, a eutanásia abre a porta a actos de eutanásia cada vez mais afastados da doença terminal: eutanásia por motivos psiquiátricos, por motivos de sofrimento psicológico, entre outros casos. O que se considera aqui como deslize aparece e aparecerá de facto como justificado, do ponto de vista da compreensão da dignidade humana entendida como gradual e sujeita à análise de circunstâncias da existência julgadas degradantes. 
Acrescenta-se agora uma questão pertinente nesta perspectiva: não será também justificável a prática da eutanásia a vidas consideradas como moralmente desprovidas de dignidade em função da realização de actos particularmente nefastos? Ora, foi precisamente essa a justificação subjacente à pena de morte, nomeadamente a aceitação do carácter relativo da dignidade humana: a prática de certos actos considerados como imorais e inaceitáveis aos olhos da lei pode fazer perder a dignidade humana, sem mais nada, e legitima então a pena de morte. Ora, o progresso ético que a abolição da pena de morte instaurou consistiu em reconhecer que nada pode fazer perder a dignidade ontológica do ser humano, nem sequer a indignidade ética dos actos praticados. Com efeito, aquém da dignidade da vida moral está a dignidade de cada ser humano considerado como membro da grande família humana. 
Excerto do artigo " Acerca da Eutanásia e a Dignidade Humana", de Michel Renaud* faz parte do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Vamos falar sobre a morte - sem tabus



A morte é muitas vezes escondida da vista e raramente discutida. Falar abertamente pode acalmar os medos sobre este tempo da vida. Isso pode ajudá-lo a valorizar mais a sua vida e a pensar sobre o cuidado que gostaria de receber quando estiver perto do momento da morte.
Fonte: www.artofdyingwell.org

sábado, 18 de março de 2017

Campanha 16 000 vozes contra eutanásia na Nova Zelândia



Isacc, fala sobre a doença do seu irmão Ruben. Um verdadeiro testemunho de amor familiar que tanta falta faz na sociedade contemporânea. Um video da campanha 16 000 vozes contra a eutanásia a decorrer na Nova Zelândia. Uma boa inspiração para compreender a vida das famílias com doentes e  casos de vida mais vulneráveis. Vale a pena ver com atenção.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Dados de mortes de eutanásia e de suicídios assistidos no mundo

De acordo com um artigo revisto por médicos publicado no ano passado na respeitada revista JAMA:
Entre 0,3% e 4,6% de todas as mortes são relatadas como eutanásia ou suicídio assistido por médico em jurisdições onde são legais. A frequência dessas mortes aumentou após a legalização. A eutanásia e o suicídio assistido por médicos estão a ser cada vez mais legalizados, permanecem relativamente raros e envolvem principalmente pacientes com cancro. Os dados existentes não indicam um abuso generalizado destas práticas.
Os autores desse trabalho disseram que 35.598 pessoas morreram em Oregon em 2015. Desses óbitos, 132, ou 0,39%, foram relatados como suicídios assistidos por médicos. O mesmo jornal disse que em Washington, em 2015, havia 166 casos relatados de suicídio assistido por médico (equivalentes a 0,32% de todas as mortes em Washington naquele ano).
Curiosamente, o mesmo documento observou que os dados dos EUA mostram que:
A dor não é a principal motivação para o PAS (suicídio assistido por médico). Os motivos dominantes são perda de autonomia e dignidade e menos capacidade para desfrutar as atividades da vida.
Os autores disseram que em casos belgas oficialmente relatados, a dor foi a razão para a eutanásia em cerca de metade dos casos. A perda de dignidade é mencionada como uma razão para 61% dos casos nos Países Baixos e 52% na Bélgica.
Um relatório parlamentar Britânico de 2016 citou a Comissão Britânica de Assisted Dying, que por sua vez referenciou o trabalho de John Griffiths, Heleen Weyers e Maurice Adams no seu livro Eutanásia e Direito na Europa. A comissão disse:
"Não há dados oficiais na Suíça sobre o número de suicídios assistidos que ocorrem a cada ano, uma vez que a taxa de suicídio assistido não é coletada centralmente. Griffiths et Al observam que há cerca de 62.000 mortes na Suíça a cada ano e estudos acadêmicos sugerem que entre 0,3% e 0,4% destes são suicídios assistidos. Este número aumenta para 0,5% de todas as mortes se o turismo suicida é incluído (suicídios assistidos que envolvem cidadãos não suíços).
Cerca de 3,7% das mortes na Holanda, em 2015, foram devidas à eutanásia. Os comités regionais de revisão de eutanásia dos Países Baixos relataram que havia 5,516 mortes por eutanásia em 2015." Isso é de um total de cerca de 147 mil - 148 mil mortes na Holanda naquele ano. Esse número representa um aumento de 4% das mortes por eutanásia em relação a 2014.
Para ter acesso a mais informação veja aqui.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Quando tudo isto estiver feito...

Tenho por hábito dizer que deveria ser proibido presenciar tanto sofrimento humano como aquele que já presenciei. Ainda assim estou consciente de que o futuro profissional ainda me reserva muitos momentos de dor, sofrimento e lágrimas. Quando o doente e a sua família sofrem é porque falhamos. E falhamos todos! Desde os profissionais de saúde aos cidadãos. É imperioso acabar com o sofrimento inútil e sem sentido. É impreterível reformular o nosso Serviço Nacional de Saúde e adequá-lo às reais necessidades da população. É necessário fortalecer a rede nacional de cuidados continuados integrados e de cuidados paliativos. É indispensável reforçar planos nacionais, tal como o plano nacional de luta contra a dor. É preciso deixar de considerar normal haver listas de espera para consultas, exames complementares de diagnóstico e/ou tratamentos. Quando tudo isto estiver feito e nada mais for possível, falaremos de eutanásia… Até lá quero e exijo viver com dignidade e cuidar com dignidade. Falar de eutanásia é querer cortar a meta sem correr a maratona.
Testemunho de Ana Raquel Alves, enfermeira do Hospital Garcia de Orta (Almada)

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Opinião de Antonio Noguera, medico especialista em cuidados paliativos

Por que diz um paciente : "Eu não posso mais"?
Há dias em que acorda, não sabe bem porquê, mas acorda especialmente sensível, como se quisesse encontrar algo que precisa e que o vai completar. Talvez precise de encontrar um motivo para redescobrir o significado, dar algo de volta a alguém que precisa especialmente de ajuda.
Um novo dia de trabalho é especial ou de rotina? Serve para deixá-lo absorver quem está ao seu redor? Significa estar rodeado por colegas, com quem discutir o que fazer para melhorar os pacientes que vamos tratar ao longo do dia.
Os meus pacientes são especialmente frágeis, a maioria deles sofre de cancro avançado, onde os tratamentos só podem retardar o desenvolvimento da doença. Ou então porque não se lhes pode oferecer tratamentos mais específicos. Quando esse tempo vem a nossa obrigação, mais do que nunca, é ajudá-los a superar as dificuldades da doença que sofrem. Em muitos casos, recorrer a tratamentos mais poderosos que faria mais mal do que bem.
Mas será que isso basta?
O que acontece? A progressão da doença enfraquece-os, vão colocar limites sobre o que podem fazer. Todos os meses, a cada semana, até mesmo de um dia para o outro os pacientes devem assumir que, em vez de serem capazes de dar vinte passos, só podem dar dez. Levantar do sofá pode parecer escalar uma montanha. Tudo isso, acontece muitas vezes depois de muito tempo a  lutar para superar uma doença.
Como estão? Abatidos, desanimados, observando a vida que lhes escapa, exaustos de serem como são, mesmo esperando que isso acabe o mais rápido possível. Não é compreensível que estejam assim? Então ... Por que continuar?
É aí que a nossa experiência como médicos, pode ajudá-los a fazerem muitas coisas e, na sua fragilidade, o paciente é que tem de dizer-nos como está.
Já tive pacientes desmoralizados que não querem morrer, mas apenas não querem viver desta maneira. Como médico o meu papel é ver que dentro dos seus limites há muitas coisas que podem continuar a fazer: ainda podem desfrutar de milhares de detalhes do quotidiano. Se os levar a ver que valem muito, se através de um olhar simpático, posso ajudá-los a ver sua dignidade, é aí que realmente estou a realizar o meu trabalho. E para tudo isso, eu não sou ninguém especial. Tudo o que faço é ajudar a iniciar uma estrada, e ter o apoio de uma equipa de médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, capelão ...
Por que desmoraliza o paciente? Eu acho que não é só pelo seu sofrimento, mas pelas milhares de mensagens contraditórias que enviamos sobre o que uma pessoa útil. É normal para um paciente que sofre de uma doença que não pode ser curada, que queira que tudo termine, porque vive numa sociedade, que o faz crer que é um inútil.
Posso assegurar-lhes que quando os ajudamos a "recuperarem" a sua dignidade, vêem-na reflectida na forma como nos importamos com eles, tornam-se exemplos vivos de como superar as dificuldades.
Estes pacientes devolvem todos os nossos esforços com sabedoria e ensinam-nos a estarmos atentos.
Cada paciente é uma lição de como aceitar o fim da vida pela criação de uma relação especial entre a família, a equipa médica e de todas as pessoas ao seu redor. 
Autor: Antonio Noguera,  Atlantes Research Program
Leia a noticia no original aqui.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Documentário sobre a eutanásia na Bélgica

Morrer com dignidade: qual é o papel do direito e da política, quando se trata de construir uma cultura da vida em todos os momentos? No final de 2016 o escritório de Bruxelas de ADF Internacional lançou a campanha "afirmando a dignidade" ou #AffirmingDignity.

Foram realizados vários vídeos curtos para abordar esta questão social, que exigem um novo debate sobre o que a morte com dignidade.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Uma definição por dia: limitação do esforço terapêutico

É importante compreender correctamente este conceito. As equipas médicas costumam referir-se a ele quando se trata de retirar ou não iniciar um tratamento que, a juízo dessa equipa profissional, é desnecessário perante o mau prognóstico do paciente. Só serve para prolongar uma situação clínica que não tem qualquer expectativa razoável de melhoria. O termo pode gerar confusão, pois não se trata de todo de deixar de cuidar do doente. Por isso tem vindo a ser evitado, preferindo-se falar de uma reorientação de objectivos, mantendo-se o cuidado do doente.

Filme: Amigos improváveis

Baseado na história de Philippe Pozzo di Borgo, fundador da associação Soulager mais pas tuer.
Na sequência de um acidente de parapente que o deixou tetraplégico, Philippe (François Cluzet), um aristocrata francês de meia-idade, decide contratar alguém que o apoie nas suas rotinas diárias. É então que conhece Driss (Omar Sy), um jovem senegalês de um bairro problemático, recém-saído da prisão. Driss é, segundo todas as aparências, alguém totalmente inadequado à função, porém Philippe, estabelecendo com ele um vínculo imediato, contrata-o. Assim, com o passar dos dias, aqueles dois homens com vidas tão díspares vão encontrar coisas em comum que ninguém julgaria possíveis, nascendo entre eles uma amizade que, apesar de improvável, se tornará mais profunda a cada dia. Realizado por Olivier Nakache e Eric Toledano, esta é uma comédia dramática baseada no livro autobiográfico "Le Second Soufflé", escrito por Philippe Pozzo di Borgo. Foi o filme mais visto em França em 2011. O dinheiro arrecadado com a venda dos direitos da adaptação do livro foram doados a uma associação de ajuda a portadores de deficiência motora. 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Opinião: ser vivo

A doença muda o olhar. O que temos sobre nós, o que os outros têm sobre quem somos, e, o foco principal enquadra o filme da vida num ecrã maior. Porque a perfeição só é percebida, quando deixa de o ser, e o que se tem só se faz sentir quando já não há nada a perder. Dentro de mim, tenho uns pulmões sem direito ao título, e o garantido de uma inspiração que preenche o peito é um ideal longínquo preso em cordas e amarras que me afogam o ar. Não vou mentir, porque dói. Não vou mentir, porque é um sufoco desesperante suplicar por oxigénio. Não vou mentir, porque quando a realidade se começa a distorcer, é a minha vida que desvanece.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Afirmando a dignidade

Uma sociedade humanitária cuida de seus doentes e dos seus velhos. Qual papel que o direito e a política devem desempenhar na formação de uma cultura que valorize a vida destes mais vulneráveis? O que significa realmente "morrer com dignidade"?

  • Na Bélgica e nos Países Baixos a frase tornou-se sinónimo de eutanásia.  Em países onde a eutanásia é legalizada, ela é feita não apenas em casos de doença terminal, mas também em situações não-terminais e para casos de sofrimento psicológico, como a depressão. A eutanásia sem limite de idade é legal na Bélgica e foi legalizada para menores de 12 anos de idade nos Países Baixos.
  • Nos dois países, novas propostas legislativas em análise visam permitir a eutanásia para pessoas que estão simplesmente "cansadas da vida" (Países Baixos); para pacientes que não conseguem expressar a sua vontade (Bélgica); para obrigar os médicos que não desejam realizar a eutanásia a encaminhar os pacientes para outros médicos (Bélgica).

A lei nestes países é vaga e a experiência mostra que, inevitavelmente, leva a abusos. Conduz a uma rampa inclinada que não tem limites. Nos países que legalizaram a prática da eutanásia há uma crescente procura nos mais variados tipos de situações, facto que leva à redução de esforços para cuidar dos doentes e dos idosos, e uma crescente cultura de impunidade para a eutanásia, realizada fora da lei.

Tradução livre do site Affirming Dignity International

Opinião: dignidade em fim de vida? Sim, sem eutanásia

Muito nos preocupa que pessoas em situação de doença grave, terminal e incurável possam estar em sofrimento desmedido. Essa realidade é hoje tratável através de bons cuidados clínicos – os Cuidados Paliativos - que intervêm activamente no sofrimento em todas suas dimensões, evitando que ele atinja níveis intoleráveis.
Isabel Galriça Neto, deputada, médica (directora da Unidade de Cuidados Continuados e Paliativos do Hospital da Luz)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

O que é ter dignidade?

A razão fundamental pela qual ninguém tem o "direito" de matar-se ou ajudar outros a fazê-lo é a de todos nós termos uma dignidade, ou seja, um valor intrínseco inalienável e, portanto, valores assim não se destroem. Protegem-se e amam-se.
Se eu perder o sentido da minha própria dignidade, isso equivale a perder a minha auto-estima e a minha saúde mental. Nesse caso, preciso que me ajudem a recuperar a autoconsciência do meu próprio valor como pessoa, e não que me ajudem a "liquidar-me".
Adolfo J. Castañeda, Human Life International

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Dignidade até ao fim.


  
Somos por uma vida com dignidade até ao fim. Ajudemos os mais fragilizados pela doença, a velhice, a solidão. Digamos sim ao direito a ter qualidade de vida no momento do sofrimento. Com a ajuda dos cuidados paliativos é possível melhorar a situação de doença. Informe-se. Não se deixe enganar por leis contra a vida.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Porquê estamos aqui?


Somos um grupo da sociedade civil que quer ver respeitada em Portugal a vida com dignidade até ao fim. Por isso dizemos STOP eutanásia! Perante a vontade política de alguns de legalizar a eutanásia, surgimos como uma voz que diz não, porque acreditamos que há solução para as vidas em sofrimento.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Subscritores do Manifesto Toda a Vida Tem Dignidade

Conheça aqui a lista completa dos subscritores do Manifesto Toda a Vida Tem Dignidade.

Médicos
Carlos Alberto da Rocha (presidente da Associação de Médicos Católicos Portugueses), Diogo Cunha e Sá, Edward Limbert, Fernando Maymone Martins (foi presidente da Associação Europeia de Cardiologia Pediátrica), Isabel Sanches Osório (Professora Faculdade de Medicina), João Tiago Guimarães (Professor Universitário), Joaquim Galvão.

Enfermeiros
Mary Anne Stilwell d’Avillez, Vanessa Machado (Oncologia),

Administradores hospitalares
Maria Amélia Bleck, Pedro Líbano Monteiro

Professores de Direito
Fausto de Quadros (Faculdade Direito Lisboa), Fernando Ferreira Pinto (Universidade Católica Lisboa), José Maria Lobo Moutinho (Universidade Católica Lisboa), Manuel Carneiro da Frada (Faculdade Direito Porto), Pedro Velez, Rita Lobo Xavier (Universidade Católica Porto),

Advogados
Duarte Brito de Goes, Fernando Soares Loja (presidente em exercício da Comissão de Liberdade Religiosa), Filipe Anacoreta Correia (membro da Comissão Executiva do CDS-PP), Luis Brito Correia, Luis Duque, Miguel Gorjão Henriques (doutorando em Direito Europeu), Teresa de Melo Ribeiro,

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Toda a Vida Tem dignidade. Ainda vamos a tempo... Assine!

Pode assinar a petição:
Todaavidatemdignidade.org

Pode imprimir, recolher e enviar até ao fim do ano para:
Maria Silva - Rua da Artilharia Um, 48, 3º Dto., 1070-013 Lisboa (colocando o nome Maria Silva, facilitará a correcta entrega desta correspondência).

Em caso de dúvidas, ligue para:
Tlm - 910 871 873